OlĂĄ e boas-vindas.
Meu nome Ă© Allan Moraes (ele/dele), e sou um freak dos clĂĄssicos. Eu falo e escrevo sobre clĂĄssicos dos extremos, das margens e das profundezas. Apesar do meu fascĂ­nio pelos clĂĄssicos gregos, tambĂ©m gosto de experimentar com ilustração, artes grĂĄficas e animação, escrever ficção e aprender lĂ­nguas (note-se: tudo — tudo mesmo — feito com minhas prĂłprias monstruosas mĂŁos, nĂŁo por IA), e nas horas vagas, em vez de descansar, coedito dois garotos com minha amada parceira e com a ajuda da minha bicicleta. Nascido em 1987 ao sul da distĂłpica nekrĂłpole paulistana, me eduquei anĂĄrquica e caoticamente antimilitarista/antipolĂ­cia, anticarrista e ecocrĂ­tico. Livro favorito hoje: Jude the Obscure, de Thomas Hardy.
Atualmente, sou mestrando no Programa de PĂłs-Graduação em Letras ClĂĄssicas da Universidade de SĂŁo Paulo (USP) com bolsa Capes, com graduação em letras (FFLCH-USP), habilitação em lĂ­ngua e literatura grega. No mestrado, atuo na linha de pesquisa de recepção da literatura greco-latina e, dada sua interdisciplinaridade, pesquiso a intersecção dos estudos de recepção clĂĄssica com teorias crĂ­ticas (teoria crĂ­tica da raça/afropessimismo, teorias crĂ­ticas de gĂȘnero/queer e feminista, teoria decolonial, ecocrĂ­tica, entre outras), alĂ©m de temas como Deep Classics, Classics in extremis e Monster Theory, que permitem a abordagem de temas sensĂ­veis na convergĂȘncia entre estudos clĂĄssicos e estudos de raça e gĂȘnero, crĂ­tica do cĂąnone/legado clĂĄssico e das narrativas de conquista, apropriação dos clĂĄssicos, violĂȘncia, opressĂŁo e revoluçÔes/revoltas populares, ecocrĂ­tica e Antropoceno Negro, entre outros temas. Ainda nos estudos de recepção, falo tambĂ©m da relação dos clĂĄssicos com cinema, arqueologia, arquitetura e artes plĂĄsticas. 
Em 2026 publiquei Atopia: sobre as vicissitudes das utopias na Antiguidade e hoje (e-book gratuito disponĂ­vel aqui), em que faço uma anĂĄlise das utopias antigas, em especial o romance utĂłpico de IĂąmbulo, e ClĂĄssicos no fim do mundo: teoria crĂ­tica e recepção clĂĄssica no Antropoceno Negro, dissertação de mestrado em que analiso as noçÔes de identidade racial na antiguidade greco-latina, sua recepção e seu legado sob o enfoque da teoria crĂ­tica da raça (acesse aqui a versĂŁo original, disponĂ­vel para receber comentĂĄrios, crĂ­ticas e sugestĂ”es — todos bem-vindos).
Grato pela sua visita. 
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Hello and welcome.
I'm Allan Moraes (he/him), a Classics freak from Brazil. I talk and write about Classics from the extremes, the margins and the deep. Despite my fascination with Greek classics, I also enjoy experimenting with illustration, graphic arts and animation, writing fiction, and learning languages (sidenote: all — all indeed — made by my own monstrous hands, not by AI), and in my free time, instead of resting, I co-edit two boys with my beloved partner and with the help of my bicycle.
Born in 1987 south of the dystopian SĂŁo Paulo nekropolis, I educated myself anarchically and chaotically anti-militarist/anti-police, car-free, and eco-critic. Favorite book today: 'Jude the Obscure', by Thomas Hardy.
Currently, I am a master's student at the University of São Paulo (USP), with a bachelor's degree in Ancient Greek language and literature. I work in the area of ​​Classical Reception Studies and, given its interdisciplinarity, I research the intersection of classical reception studies with critical theories (critical race theory /Afropessimism, gender/queer and feminist theories, decolonial theory, ecocriticism, among others), as well as themes such as Deep Classics, Classics in extremis, and Monster Theory, which allow the approach of sensitive issues at the convergence between classical studies and race/gender studies, criticism of the classical canon/legacy and narratives of conquest, appropriation of the classics, violence, oppression and popular revolutions/uprisings, ecocriticism and Black Anthropocene, among other themes.
Still within the field of reception studies, I am also interested in its relationship with cinema, archaeology, architecture, and visual arts. In 2026, I published both Atopia: on the vicissitudes of utopias in Antiquity and today (in translation into English), in which I analyze ancient utopias, especially Iambulus' utopian novel, and Classics at the End of the World: Critical Theory and Classical Reception in the Black Anthropocene (Portuguese only), my master's thesis, in which I analyze the notions of racial identity in Greco-Roman antiquity, its reception and its legacy from the perspective of critical race theory.
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