Clássicos no fim do mundo:
teoria crítica e recepção clássica no
Antropoceno Negro
Aqui busco analisar e aprofundar temas sensíveis, por meio de uma intersecção entre teoria crítica e recepção clássica, em especial em torno de questões raciais e de gênero, escravidão antiga e moderna e ecocrítica. A proposta é analisar o elemento ansiogênico das noções de identidades na antiguidade e seu legado em camadas e sedimentações ancestrais que abalam a superfície aparentemente tranquila dos clássicos como espectros fóbicos sempre presentes, funcionando como uma ferramenta de busca por artefatos (extra)literários que expõem a íntima relação entre fim do mundo e suas origens relacionais que constituem um Antropoceno Negro calcado na própria noção ‘clássica’ de humanidade, universalidade, mundo e ‘clássicos brancos’.
Resultado prévio da minha pesquisa de mestrado, o trabalho está disponível abaixo em sua versão original/não-revisada para receber comentários, críticas e sugestões — todos bem-vindos.